Perda e Queda Capilar Feminina

A perda capilar feminina é sempre um transtorno enorme. Muitas vezes existe um exagero em relação ao cabelo, já que ele é a moldura do rosto e valoriza muito o rosto feminino. Acontece que os quadros iniciais de queda capilar dificilmente são clinicamente evidentes e por isso, freqüentemente pacientes com queixas capilares são pouco valorizadas por seus médicos, que vêem nelas um certo exagero e desta forma nem sempre investigam o problema devidamente. Até que uma queixa capilar produza um quadro clínico evidente, muito tempo pode ter passado.

Para dificultar ainda mais o diagnóstico, há muita variação quando falamos de cabelos: podem ser grossos ou finos, longos ou curtos, de crescimento lento ou rápido, com ciclos curtos de 2 a 3 anos, ou longos, de até 7 anos, densos ou esparsos, ou ainda frágeis, sem brilho, descoloridos, alisados, relaxados, com luzes e outras infinidades de tratamentos cosméticos. Por isso, o médico às vezes não tem noção da real perda já ocorrida, pois ao exame inicial aparentemente o volume ainda é normal. Como exemplo, temos uma mulher com lindos cabelos grossos, longos, densos e brilhantes. Neste caso, mesmo com perdas intensas, o aspecto clínico ainda seria normal, pois o seu volume ainda estaria acima da média.

Foto: Densidade normal mas com repilação. Zoom da Região Frontal preservada.Assim, o especialista pode desprezar a queixa e rotular o quadro como “fisiológico” ou normal. E muitas vezes é! E como diferenciá-los? Com uma detalhada anamnese, um exame clínico criterioso e exames laboratoriais. Se um exame minucioso fosse conduzido, sinais de perda crônica capilar seriam observados, permitindo assim um diagnóstico precoce e um tratamento idem. Um exemplo totalmente diferente é o de uma mulher com cabelos finos e esparsos, quase de bebê, em que qualquer variação de volume ou perda capilar fica logo evidente, tanto para ela quanto para o médico, como também para os outros. Para um tratamento adequado é necessário um diagnóstico adequado. Como já dizia Hipócrates, “quem não sabe o que procura, não sabe interpretar o que acha”.

Vale lembrar que sintomas capilares podem ser o prenúncio de outras doenças sistêmicas, como se fossem a ponta do iceberg. Portanto, todo cuidado é pouco. O médico deve ser consciencioso e a paciente deve ser “paciente” pois o diagnóstico nem sempre é fácil. E menos ainda o tratamento.

Classificação da perda capilar feminina

O primeiro sinal é um afinamento do cabelo, em geral na parte anterior e superior da cabeça. No começo parece que a risca do penteado vem ficando mais alargada, até que se percebe a redução do volume e um crescimento lento do cabelo (Grau de Ludwig I). Depois, uma rarefação acentuada criando uma espécie de transparência permitindo que se veja o contorno da cabeça através do cabelo (Grau de Ludwig II). Os fios ficam finíssimos, frágeis, quebradiços e mais claros (Grau de Ludwig III). Nesse estágio a calvície já está instalada. A linha de cabelo rente à testa é geralmente poupada, assim como o cabelo da região posterior, acima da nuca, por serem menos susceptíveis a ação hormonal. Na linha anterior a enzima aromatase ajuda a proteger o cabelo da ação hormonal.

Tipos de perda capilar

A perda capilar é um tema complexo e extenso, por isso fizemos uma classificação simplificada das queixas mais freqüentes. A seguir, apresentamos suas possíveis causa

Perda Aguda Localizada

As perdas agudas, de início súbito, sempre assustam. Apesar de impressionarem, em geral são passageiras. Uma causa freqüente são os traumas locais desde uma queimadura por um cosmético até uma batida mesmo. Também podem ser provocadas por infecções por bactérias ou fungos. Um quadro um pouco diferente é o da alopecia areata, em que surgem placas localizadas sem cabelo, que podem ser únicas ou simétricas. O diagnóstico não é difícil e o tratamento deve começar o quanto antes. Por ter uma forte relação imunológica e psicológica, o curso pode ser muito variável – mas é, quase sempre, favorável. Uma investigação deve ser conduzida tanto para as causas diagnósticas como para afastar quadros associados.

Perda Aguda Generalizada

Subitamente inicia-se uma perda capilar intensa e que persiste por semanas. Pela velocidade do quadro, costuma assustar, mas em geral a história do problema e seu inicio súbito são suficientes para o diagnóstico. Embora preocupante, esse quadro em geral não é grave. Simplesmente o cabelo entra numa concordância de ciclo, com muitos fios entrando simultaneamente na fase de queda (telógeno), o que explica o problema, que dura geralmente apenas algumas semanas. A recuperação se completa apenas meses depois. Geralmente existe um fator desencadeante, como uma alteração hormonal (como a do pós- parto) ou um importante stress sofrido pelo organismo (uma doença infecciosa ou mesmo uma cirurgia). Outros quadros menos freqüentes devem ser excluídos como doenças imunológicas, reações a drogas ou mesmo um quadro difuso da alopecia areata. Mas, felizmente, esses são a exceção. Suplementos alimentares, como vitaminas e aminoácidos e ainda muita paciência são em geral suficientes. Exames mais complexos costumam ser dispensados. Podem ser pedidos apenas para descartar outros problemas de caráter crônico.

Perda Crônica Localizada

Esse talvez seja um dos quadros mais difíceis porque o diagnóstico é geralmente tardio ou ao menos em fase mais avançada, dificultando o tratamento pois é menos responsivo em casos já instalados. Reverter o problema é bem mais complexo do que estabilizá-lo inicialmente ou retardar o avanço do processo. Estamos falando da Alopecia Androgenética Feminina, mais recentemente denominada Perda Capilar Padrão Feminino. O quadro clínico se desenvolve com um afinamento progressivo dos cabelos, em geral na região frontal do couro cabeludo. Este passa a ter um crescimento mais lento na região frontal do couro cabeludo, seguido de afinamento e redução do volume. Em determinado ponto compromete a densidade dos cabelos, conferindo um aspecto “ralo e transparente”. Em casos extremos pode evoluir para a calvície. Como característica marcante ela preserva geralmente o cabelo da região posterior da cabeça, acima da nuca (região occipital). Outra característica da alopecia androgenética feminina (AAF) é sua maior incidência em duas faixas etárias distintas: logo após a adolescência e após a menopausa. Freqüentemente existe um histórico familiar. Uma das grandes dificuldades é realizar o diagnóstico precocemente. Como o exame clínico pode ser inconclusivo, pode ser necessário realizar uma biópsia ou uma fotografia microscópica do couro cabeludo, melhorando a assertividade e permitindo iniciar o tratamento o quanto antes. Embora o tratamento ainda seja limitado, sabemos hoje que diversos outros fatores influenciam tanto a resposta clínica ao tratamento como o próprio curso do problema. Apesar de historicamente, a genética e os hormônios masculinos serem apontados como causa, hoje isso não está tão certo assim, pelo fato da AAF poder estar associada a outros padrões mais difusos ou mesmo por não responder tão bem assim aos bloqueadores de andrógenos (hormônios masculinos), diferentemente do que ocorre na calvície masculina. É freqüente haver outros quadros capilares associados, principalmente os causados por deficiências nutricionais. Os tratamentos são muitos, o que mostra sua relativa limitação. Daí a importância do início precoce do tratamento, uma vez que essas medicações têm efeito limitado para reverter o problema, sendo mais indicada para estabilizá-lo. Torna-se crítico tratar também os outros problemas associados, com melhor resposta terapêutica, pois repercutirão positivamente na evolução da AAF. Assim, o possível sucesso do tratamento reside numa abordagem global, correlacionando tudo que está envolvido, inclusive o lado psicológico e a satisfação pessoal com o estilo de vida atual.

Leia também: Quando devemos e quando não devemos indicar a cirurgia de Restauração Capilar na mulher.

Perda Crônica Difusa

Ela se parece muito com a Perda Crônica Localizada, pelo início insidioso, com períodos de melhora e piora, mas em progressão lenta. Não apresenta picos de incidência tão bem definidos, mas costuma surgir na terceira ou quarta décadas entre os 30 e os 40 anos. Diferente da AAF (Alopecia Androgenética Feminina), esse quadro geralmente é mais difuso, comprometendo as entradas e até a região acima da nuca (occipital). Não é incomum vermos pacientes com uma associação desse quadro com a AAF, tornando muitas vezes o diagnóstico realmente complexo.

Uma forma de ver a mulher é vê-la como um organismo que está continuamente perdendo nutrientes essenciais, tanto pela menstruação como pela atividade esportiva. Como a reposição natural pode ser insuficiente, agravada pelas freqüentes dietas, esta deve ser suplementada. Outra característica das mulheres é sua facilidade em acumular gordura, o que na atualidade nem sempre é bem visto por elas. Por conta disso, acabam se lançando em dietas não balanceadas ou até mesmo insanas. Se associado a exercícios freqüentes pode-se evoluir rapidamente para quadros carenciais (deficientes), do tipo desnutrição mesmo, desenvolvendo uma perda capilar importante. Um grande erro é querer controlar a balança levando em conta apenas o peso corporal, quando o certo seria avaliar a massa muscular e a porcentagem de gordura corporal, esta sim a inimiga a ser controlada. Para isso use uma balança de “bioimpedância” ou melhor, consulte um nutrólogo. Desconsiderando esta relação corremos o risco de numa dieta perdermos massa muscular, que é a nossa grande consumidora de energia, explicando assim porque engordamos novamente ao retornarmos a nossa alimentação habitual. Por isso não se trata de dieta, mas sim de modificar nos cultura alimentar. Caso contrário apenas vamos espoliar nosso organismo, especialmente se for uma dieta radical (não balanceada nem supervisionada) e associada à pratica esportiva. É preciso entender que para o organismo o cabelo é supérfluo e num momento de “crise” o corpo vai querer economizar justo nele, o cabelo. Deve-se acostumar com a idéia de que o cabelo não é apenas algo belo para ser admirado, mas muitas vezes o “órgão de choque” do corpo humano. Assim, para ter um lindo cabelo o mínimo necessário é tratar bem do seu corpo e da sua mente. Se não houver nenhum outro problema associado ele recompensará você com um lindo cabelo. É suficientemente justo, não acha?

 

Qualidade de vida, saúde e cabelo: ponto de vista

Arthur Tykocinski

Cada vez mais fica notória a importância da forma como vivemos, aonde vivemos e o que comemos na saúde global do individuo. Algo aparentemente óbvio para as nossas avós, mas por muito desprezado pela medicina ocidental. A grande dificuldade é realizar trabalhos científicos comprovando o que as nossas avós já sabiam há muito tempo: a qualidade de vida é determinante não apenas na duração de nossas vidas, como também em como envelhecemos. Envelhecer é inevitável, mas a incapacitação decorrente deste processo pode ser reduzida, permitindo envelhecer com dignidade, certa independência e ainda plena atividade social e se possível, economicamente produtivo. Para tanto devemos buscar um estilo de vida que seja prazeroso (a medida do possível), praticar esporte regularmente (aeróbico e musculação são imprescindíveis), alimentação saudável (e hoje terapêutica) para alcançarmos o equilíbrio emocional. Enfim, é viver em harmonia, uma vida boa com um sono suficiente e reparador. E o cabelo, como indicador de saúde, assim como todo o corpo será beneficiado.

O stress e seu aspecto psicológico

Se os antigos diziam “mente sã num corpo são”, o inverso também vale. Nosso ritmo de vida e a concorrência cada vez maior levam o homem a tentar superar cada vez mais os seus limites. Para piorar temos as mazelas das grandes cidades como trânsito, poluição e sedentarismo. Além disso, nosso pouco contato com a natureza nos isola cada vez mais numa rotina estressante e sem atividade física. Caminhamos pouco e dormimos mal – tudo isso nos desgasta mentalmente ainda mais. Buscar o equilíbrio é não apenas importante, mas vital. Criar um espaço harmônico de convivência entre mente e corpo é o ideal.

Para isso as pessoas devem se questionar o que realmente querem para suas vidas e o que reNão é fácil comprovar tudo isso cientificamente, especialmente sem grandes laboratórios financiando pesquisas. Mas tem surgido estudos, como o papel do stress como “gatilho” na alopecia areata. Outro estudo mostra o stress psicológico induzindo ao catágeno dos cabelos e exacerbando o processo inflamatório.
Estamos falando de qualidade de vida, que obviamente é válido para todos, calvos ou não. A medicina vem sendo iluminada pela filosofia oriental e seus mandamentos; a acupuntura hoje é uma especialidade médica. E não é só. A medicina esportiva, assim como outras áreas médicas têm reconhecido o valor da prática de Yoga, do relaxamento, da meditação e de diversas outras filosofias que buscam reequilibrar a energia vital. Esse seria um dos caminhos para buscar o equilíbrio mente-corpo.almente importa. Muitas vezes vivem buscando ideais que não são os seus, vivendo assim em conflito interno, que só os desgasta. Identificar as causas dispensáveis de stress já é um bom começo. Rearranjar sua rotina, dando ênfase ao esporte, ao lazer e à paz espiritual é fundamental. Devemos abrir espaço para isso. Só depende de nós. Diminuir o ritmo de trabalho pode parecer estar dispensando dinheiro ou oportunidades profissionais, mas não é. Se você considerar na vida quanto podemos render em termos profissionais referente a “horas totais trabalhadas”, perceberá que temos um ritmo mais forte na fase mais jovem que vai declinando com o envelhecimento. Assim, tudo que você fizer hoje para melhorar sua qualidade de vida e retardar esse envelhecimento significará mais rendimento futuro, pois poderá produzir mais e por mais tempo. Ora, nesse caso o numero total de horas trabalhadas será bem maior se cuidarmos bem do nosso corpo e mente desde cedo. Melhor iniciar a partir de hoje. Não se trata de ganhar mais, e sim de viver melhor. Ganhar mais será mera conseqüência. A questão é: ganhar mais o que?

O papel da alimentação

Ter uma alimentação saudável, bem como usar suplementos alimentares pode ser um importante adjuvante no tratamento capilar. Não necessariamente resolvendo a causa básica da calvície, mas pode contribuir muito para o seu tratamento. Isso se imaginarmos os cabelos, do ponto de vista orgânico, como supérfluo ao organismo. Significa que qualquer deficiência alimentar será punida com um corte nos sistemas que não sejam vitais ou prioritários para o organismo. É o caso dos cabelos. Por essa óptica, um acompanhamento nutricional e uma suplementação alimentar podem ser altamente benéficos. A alimentação nem sempre é adequada ou suficiente: o processo industrial reduz o valor nutricional dos alimentos, reduzindo vitaminas e fibras, que de certa forma exercitam o tubo digestivo, mantendo-o saudável. Ingerir é diferente de absorver. Além disso, na busca pela saúde e por um corpo perfeito, os exercícios aumentam em muito o consumo dos micronutrientes, oligoelementos e proteínas de alto valor biológico, ricas em aminoácidos essenciais. Músculos ávidos por nutrientes podem competir com o cabelo, desestabilizando esse delicado equilíbrio e deve ser suplementado. O leite, além da caseína insolúvel responsável pelo queijo e digerida pelo adulto, contém ainda a caseína solúvel e lacto-globulinas, ricas em aminoácidos essenciais, mas não absorvidas no processo de digestão de um adulto. Além disso a lactose é freqüente causa de intolerância alimentar presente em até 80% da população adulta, causando quadros disabsortivos. A suplementação adequada pode ser obtida com produtos a base de whey protein com troca iônica e sem lactose, que retiram do leite o que há de melhor, quebram e filtram essas proteínas, resultando em AA essenciais de alta absorção. A apresentação é em pó, misturado a sucos ou água.

No caso das mulheres em fase fértil, existe um agravante: o fluxo menstrual representa uma perda crônica ao organismo, em especial de ferro. Teoricamente organismo deveria ser capaz de contrabalançar esta perda, aumentando a absorção de ferro. Sabidamente este mineral é de difícil absorção, mesmo com suplementação oral e o que vemos com freqüência são níveis de ferritina limítrofes ou baixos, comprometendo o cabelo. Mesmo que as reservas de ferro sejam suficientes para evitar anemia, esse estoque poderá ser insuficiente para os cabelos que necessitam níveis maiores. Como se o organismo desse prioridade à produção de hemoglobina em detrimento ao cabelo, o que biologicamente faz todo sentido. Esse é um dos motivos que explica as variações no ciclo capilar das mulheres, com freqüentes eflúvios, não raros ligados à carência de ferro. Esta deficiência pode inclusive agravar outro problema, a perda capilar padrão feminino (alopecia androgenética) ou limitar a resposta aos anti-andrógenos. Estudos recentes mostram pacientes femininas não respondem aos anti-andrógenos com baixos níveis de ferritina e devem sem corrigidos. Outros estudos mostram a importância da biotina no cabelo, assim como o benefício de sua suplementação. Ainda zinco, cobre, selênio e silício tem sua importância. Na minha opinião, sem uma alimentação adequada e suplementada a resposta terapêutica é limitada.

Nada substitui uma boa alimentação. Algumas recomendações que podem ser úteis.

A base da alimentação saudável são verduras, legumes, muita fruta, cereais integrais, soja e peixe.

Para beber, água mineral, água de coco, ou suco de frutas (evite carboidratos à noite). Também chá-verde, banchá, chá-mate ou preto, que são melhores que café. Tem efeito anti-oxidante e melhoram a função coronariana. Pesquisas recentes constataram que uma ou duas taças de vinho tinto por dia também diminui a incidência de problemas coronarianos.

Deve-se trocar a carne vermelha, rica em colesterol, pelo peixe ou soja. A carne vermelha crua pode aumentar o risco de câncer de próstata. Comer peixe significa variedade, além da pescada branca, como badejo, linguado, atum fresco, bacalhau fresco, robalo, merlusa, truta, Saint Peter, agulhão, serra. O salmão e a sardinha são ricos em omega-3, importante para a pele e coronárias. Peixe bom é peixe fresco e com tempero natural.

Livros de culinária: o segredo da culinária saudável são as receitas. Enquanto um bom bife sozinho já esta ótimo, o peixe deve ser preparado com receitas variadas e saborosas. A culinária mediterrânea é bastante saudável.

Evite a gordura animal que é um veneno rico em colesterol. A gordura vegetal não contém colesterol. Importantíssimo, evite a todo custo a gordura vegetal hidrogenada “a maléfica gordura trans” que enrijece os vasos sanguíneos. É encontrada em margarinas, sorvetes de massa, biscoitos ou alimentos industrializados crocantes.

Substitua o creme de leite pelo creme de soja. Fuja das frituras e use azeite de oliva extra-virgem, pois é prensado a frio e portanto, mais saudável.

Troque os doces pelas frutas, ricas em vitaminas.

Grande parte das vitaminas são desnaturadas pelo calor, portanto mais um motivo para comer muita fruta. Alimentos “tipo natural” processados não valem. Consuma cereais integrais e apenas tostados, evitando os do tipo “flocos”. Enriqueça o cereal com semente de linhaça, amêndoas e castanha do Pará, ricos em óligo-elementos.

Para redução de peso os carboidrato devem ser mais ingeridos pela manhã e um pouco no almoço e evitados no jantar.

Beba chá-verde, que é antioxidante e reduz as chances de ter câncer. Tome gelado com suco de limão ou laranja e adoçante (evite aspartame).

Inclua sempre no seu cardápio saladas, ricas em folhas variadas. Um molho a base de shoyu, limão (ou vinagre balsâmico) e azeite deixa tudo mais saboroso. Coma ainda tomate cru, bom para a próstata.

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