Transplante Capilar: Fantasmas do Passado

Que o Transplante de cabelos tem conquistado muitos adeptos ao redor do mundo, que assumem ou não o procedimento, não é mais nenhuma novidade: de celebridades a anônimos, a restauração capilar faz, literalmente, a cabeça de muitos homens. No entanto, alguns ainda têm certo receio em recorrer a técnica. Um dos motivos, talvez o maior, é a falta de informação somada a um passado estigmatizado por resultados artificiais e cicatrizes visíveis.

Antigamente o Transplante Capilar proporcionava resultados de aspecto grosseiro, apelidados de ‘cabelo de boneca’, eram extremamente artificiais. Hoje, embora tenhamos tido gigantescos avanços nas técnicas aplicadas, o procedimento ainda sofre com o passado, o que de certo modo, é algo compreensível, uma vez que uma restauração capilar mal feita é visível enquanto uma boa, é invisível. Sendo assim, as pessoas passaram a associar o Transplante Capilar a algo inestético, que fugia totalmente do padrão natural. Nos dias atuais a realidade é totalmente diferente.

Não restauramos apenas o cabelo perdido, nós devolvemos a identidade de cada paciente. Essa é a parte mais gratificante da restauração capilar: recuperar não só beleza e harmonia estética mas a jovialidade e autoestima perdidas com a queda capilar. Esse, é o nosso objetivo.

Mas o quê mudou tanto afinal? Bom, praticamente tudo. Por isso, iremos desmistificar o ‘bicho-papão’ da Restauração Capilar de forma mais simples e sucinta possível.

 Área doadora

Hoje, graças ao espírito inovador e visão perfeccionista do Dr. Arthur Tykocinski, o que determinamos como Área Doadora fica em uma região mais alta do que anteriormente, e por ser mais distante de nervos e musculaturas, tal como o músculo do trapézio, tem menos tensão ao movimento da cabeça, facilitando assim a cicatrização e evitando o indesejado alargamento da cicatriz. Sem contar que a elasticidade é bem maior o que proporciona uma sutura sem tensão. E se o paciente fizer a massagem capilar, de forma correta, podemos ter um aumento de até 30% dos folículos totais extraídos em uma sessão, cobrindo então uma área calva maior. O pós-operatório é bem mais tranquilo, pois a incisão feita é minimamente invasiva, na grande maioria dos casos, é praticamente sem desconfortos, bem ao contrário da incisão antiga. Some a isto, a Sutura Tricofítica, uma nova técnica, especialidade do Dr. Tykocinski, que propicia uma área doadora sem marcas perceptíveis mesmo quando procuramos. Em pacientes com mais de 40 anos, ela fica invisível mesmo usando cortes mais baixos como máquina 2, isso em pacientes com cicatrização normal. Esta técnica permite o crescimento de fios de cabelo na linha cicatricial, ocultando a tênue linha que possa vir aparecer nos casos adversos. Então, o que antes era um processo traumático que deixava cicatrizes visíveis, hoje é atraumático e deixa marcas imperceptíveis.

 Enxertos

Os enxertos utilizados também passaram por mudanças, e foi em tal nível, que a Restauração Capilar foi além  de ser mais um procedimento médico e tornou-se um procedimento extremamente sofisticado, uma gigantesca evolução da medicina rumo à perfeição estética.

No início, os enxertos eram tufos de 3mm a 5mm com várias unidades foliculares ( UFs), tinham em média de 4 a 10 UFs, algo em torno de 8 a 20 fios de cabelo. Nesta técnica, boa parte do ‘banco doador’ era desperdiçado e o resultado final tinha o aspecto de ‘cabelo costurado’, devido a grande distância entre os enxertos e a baixa densidade que era alcançada. Depois vieram os mini e micro enxertos, que apesar de representarem um pequeno avanço, ainda utilizavam tufos, embora fossem menores do que anteriormente (com 2 ou 3 UFs) os resultados ainda eram insatisfatórios, especialmente após a queda do cabelo natural: o transplante ficava totalmente visível. Em ambas as técnicas, as incisões tinham circunferência maior do que a adotada hoje e eram em ângulos verticais, deixando não somente a aparência artificial como também marcas da implantação ao redor de cada enxerto. Em alguns casos, além do paciente apresentar uma cicatriz larga na área doadora, a área implantada ficava com relevos do implante, o que realmente não era bonito. Não devolvia a harmonia facial.

A maior evolução começou com o Transplante Folicular Parcial, onde as unidades foliculares eram separadas com lupas e implantadas uma a uma, embora ainda se usasse o micro enxerto em algumas partes, o aspecto final era muito superior ao das técnicas anteriores. Porém, pouquíssimos cirurgiões a utilizavam devido a sua dificuldade técnica, tempo de procedimento e custo mais elevado. Entretanto os resultados atingidos marcaram uma evolução incontestável.

Após muito estudo, congressos e total afinco de um grupo de médicos altamente especializados e focados na busca da perfeição, incluindo neste seleto grupo o Dr. Arthur Tykocinski, (pioneiro mundial desta técnica) conseguimos alcançar resultados tão naturais que passam despercebidos. Chegamos a este patamar após somar dois fatores importantes: além de utilizar apenas unidades foliculares em todo o transplante, começamos a realizar incisões menores para a implantação, o que além de possibilitar aumentar a densidade dos fios, ainda gerava uma cicatrização mais rápida e praticamente livre de cicatrizes visíveis e livre de crostas durante o pós-operatório, e a alteração no ângulo de colocação dos enxertos respeitando a formação natural tanto no direcionamento de crescimento do fio, quanto ao seu posicionamento em relação a quantidade de fios por folículo: apenas folículos com um 1 fio na primeira linha (hairline), nas laterais e entradas  apenas folículos com 2 fios e depois, nas partes posteriores, unidades foliculares com 3 e 4 fios. Finalmente alcançamos naturalidade tanto na densidade quanto na direção e angulação dos fios, elevando a restauração capilar a um nível artístico tal como uma escultura meticulosamente elaborada. Uma mímese capilar.

 Giga sessão

O desafio agora então, era conseguir cobrir grandes calvícies com esta mesma qualidade e em menor tempo, surgiu então a Giga Sessão Folicular, e foi como abandonar o trem normal e pegar um trem-bala, sem escalas, chegando ao objetivo final muito mais rapidamente. Onde anteriormente eram implantados de 300 a 500 enxertos por sessão, no caso dos micro e mini enxertos, com a Giga Sessão chegamos a impressionantes 5.000 unidades foliculares (mais de 10.000 fios), então o que levaria mais de 2 sessões para ser alcançado, agora em apenas um procedimento já o atingimos, com uma qualidade antes jamais vista.

Em um total contraste aos anos anteriores, o maior desafio da restauração capilar deixou de ser a técnica aplicada para dar lugar ao olhar estético, a sensibilidade e visão artística do cirurgião capilar que atua não apenas como um médico altamente especializado, mas também como um artista que deve ter noção de todo o refinamento, sofisticação e leveza que a Restauração Capilar necessita. Recriar o padrão irregular do cabelo é o objetivo a ser alcançado e ter essa sensibilidade de reconstruir a naturalidade capilar é algo incrivelmente complexo, só um cirurgião completo consegue esta excelência, como diria o Dr. Arthur Tykocinski:

”O cabelo é uma ordem de beleza dentro do caos e é essa a sensibilidade que você deve ter.”

passo-a-passo-do-transplante-folicular-capilar-coronal

· Evolução do implante de cabelos

·Naturalidade no transplante capilar

·Beleza e harmonia facial

·Área doadora sem cicatrizes aparentes

·Gigasessão

19 Comentários

  1. Vanessa Cardozo says:

    Qual a porcentagem de fios que são perdidos no implante?

    • Devido a nossa sofisticada técnica não apenas na fase de implantação dos enxertos, como em sua retirada e lapidação (momento em as unidades foliculares são, com ajuda de microscópios especiais, separadas individualmente), a integração dos enxertos é de 100% na grande maioria parte dos casos.

      Portanto, a ‘perda’ de cabelo, isto na técnica FUMD, é praticamente nula.

  2. André Hergert says:

    Os implantes antigos são bem visíveis mesmo. Feios até.

    Queria saber se é possível ver resultados do doutor.

  3. Altair Yassebeh says:

    A evolução na medicina realmente é algo espantoso. parabéns a todos os médicos envolvidos nisso e ao Dr. Arthur também.

    Grande médico.

  4. Raphael Alvarenga Machado says:

    O Dr. Tykocinski é sem dúvida alguma um dos melhores cirurgiões do mundo. E mesmo assim, o seu tratamento para com os paciente é espantosamente acolhedor.
    Ele me foi indicado pela minha dermatologista aqui de Brasília e ela não poderia ter indicado profissional melhor. Meu transplante ficou excelente, como sai de férias durante o meu pós operatório, ninguém percebeu que eu havia feito.
    Só tenho elogios a fazer, não apenas para com o doutor, mas com toda a equipe da clínica que me auxiliou em tudo que precisei, especialmente quando tive foliculite após a cirurgia.

    Abraços

  5. João Roberto says:

    Tenho medo de ficar com uma cicatriz grande, como a do Paulinho Vilhena. Como saber se a minha cicatrização será boa?
    Sei que não tenho queloide, mas mesmo assim, tenho receio.

    • Olá João Roberto, seu receio é muito comum, afinal uma cicatriz aparente é muito marcante mesmo. No entanto, com as técnicas aplicadas atualmente, é muito difícil encontrarmos marcas visíveis.

      O Dr. Arthur, além de utilizar um método minimamente invasivo para a remoção da área doadora, usa a sutura tricofítica. Essa técnica permite que os fios de cabelo nasçam na tênue linha cicatricial que possa vir a aparecer em casos adversos, camuflando-a. Em pacientes com mais de 40 anos, a área doadora fica totalmente sem marcas aparentes mesmo quando o cabelo é cortado mais baixo, isto em paciente com cicatrização normal.

      O nosso objetivo é fazer um transplante capilar imperceptível, não apenas no aspecto natural da redistribuição dos folículos capilares, mas na qualidade da área doadora também.

  6. washington luiz says:

    eu já fiz uma cirurgia com técnica antiga e estou precisando de uma correção, pois a calvície evoluiu e perdi a densidade na área, tem também a questão da cicatriz que ficou alargada, gostaria de fazer uma avaliação.

    • Boa tarde Washington!

      A calvície é progressiva e muitos casos necessitam de uma segunda sessão com o passar do tempo e as técnicas antigas geravam uma cicatrização mais aparente mesmo.

      As técnicas que utilizamos são novas e geralmente obtemos uma área doadora sem marcas visíveis. O dr. Arthur realiza correções tanto dos ‘tufos’ e má distribuição dos folículos, quanto correção na cicatriz.

      Para agendar uma avaliação você pode nos enviar um email no atendimento@cabelo.med.br ou ligar no (11) 3889-7356.

      Teremos grande satisfação em ajuda-lo.

  7. Olivieri says:

    Muitíssimo instrutivo! O transplante realmente tornou-se estigmatizado pelos maus casos. Muito bem lembrado que um bom transplante fica imperceptível, ninguém sabe que você fez, é realmente incrível.

    A evolução da medicina é espantosa na maioria das áreas. A cirurgia robótica está aí para comprovar toda a nossa tecnologia. Hoje eu digo: não saio do Brasil para fazer nenhum tipo de operação, nós temos alguns dos melhores médicos no mundo, temos tecnologia robótica e tudo o que a ciência tem de mais moderno. Infelizmente não é para todos, mas nós temos.

    Parabéns ao dr Arthur por ter feito parte ativa dessa evolução. Espero em breve poder conhece-lo pessoalmente.

    Abraços

  8. Gui says:

    Tenho 24 anos e quando eu tinha 16 anos eu vi uma edição da GQ o nome do Arthur e eu pensei que eventualmente iria contata-lo, mas esqueci o nome dele. Atualmente faço tratamento continuo para Alopécia com o dr. Guilherme Almeida e ele citou o nome do Arthur, e acabei lembrando da revista.

    A clinica é muito bonita, te dá um senso de tranquilidade muito legal, o Arthur é uma pessoa muito interessante, peculiar, então gostei muito de conversar com ele. Entrei na sala e ele me apresentou os quadros, foi super simpático. A moça da recepção, todo mundo muito simpático.
    O período do pós foi bem tranquilo, mesmo porque eu comecei a namorar e não fiquei ostracizado da sociedade, mas os cuidados, como a compressa, enchem um pouco o saco, é muito chato. Mas de dor, não doeu nada, só umas 2 semanas depois que é um pouco chato de apoiar a cabeça porque está um pouco inchado, mas depois ficou ok. Não dói absolutamente nada.

    Fico ansioso para ver o resultado final, mas as expectativas são muito legais. O trabalho de vocês mexem muito com os sonhos das pessoas, não é uma coisa muito trivial, são coisas complexas que afetam a autoestima da pessoa. Então pra mim, pelo menos, é uma coisa muito relevante. Então as minhas expectativas são altas.

  9. Guilherme says:

    Prezados! Fiz transplante de unidades foliculares ( aproximadamente 3000 UF e cerca de 5300 fios ). A minha alopecia era discreta , o proposito foi deixar mais reserva de UF em areas mais ralas, sem densidade , como as entradas. Optamos pela tecnica FUT. Estou proximo ao quinto mes pos operatorio, fazendo tratamento com Rogaine, finasterida, pantogar, e bone de LED conforme orientcoes medicas. Minha angustia seria referente a perda dos cabelos que eu tinha antes do implante e caíram após a cirurgia . O médico havia me orientado previamente que isto iria acontecer , eu iria perder os cabelos trasplantados e inclusive os que nao foram transplantados, POREM eles retornariam a crescer. No entanto vejo , apos quase 5 meses de cirurgia uma melhora muito discreta. Gostaria de saber quantos % em media de UF transplantadas vingam, ou seja , os fios crescem. Tambem gostaria de saber se os fios nao transplantados que eu ja tinha e caíram devido a cirurgia voltarao, ou apenas uma porcentagem, e que porcentagem seria essa? Sei que quando trata-se de seres humanos é complicado falar em previsibilidade. Dessa forma , gostaria de uma resposta do doutor sustentada na experiencia dos inumeros casos operados por ele. Os fios NAO transplantados que cairam pela cirurgia voltaram ? E a % das UF transplantes que tiveram sucesso.
    Antecipadamente Agradeco a atencao

    • Olá Guilherme, obrigada pelo contato!

      Como você já sabe, os fios transplantados caem após um período e voltam a crescer depois de 3 meses. A porcentagem de fios transplantados que ‘vingam’ varia de acordo com a técnica de implantação aplicada, com as características naturais do paciente e também com os cuidados no pós-transplante. Não há como determinar o que houve no seu caso sem conhece-lo, entraríamos no campo da especulação.

      Quanto aos fios natos, que não foram transplantados, cairem acontece também, mas eles costumam voltar a crescer naturalmente. Se quiser, podemos agendar uma conversa com o dr. Arthur para que ele avalie seu caso e possa realmente esclarecer suas dúvidas de forma concreta.

  10. Jules says:

    Artigos muito legais, dá para entender muita coisa que nào se é falado abertamente sobre. Parabéns pelo trabalho

  11. Rick Grime says:

    Quando eu percebi que ficaria calvo, até chorei durante a noite, a gente não fala muito mas também sofremos por causa da nossa aparência. Minha cabeça é grande, cheia de calombos, eu iria parecer um alien. Sofri por uns 6 meses, até que decidi que nào iria deixar que isso tomasse a minha alegria: fui na dra. Márcia, aqui de Sorocaba, e comecei o tratamento clínico minoxidil e finasterida.

    O tratamento ajudou muito, recuperei um pouco de densidade e estabilizei a queda mas aquela imagem que eu via no espelho, meio careca, meio velho, meio feio nào.

    Então pesquisei bastante sobre transplante capilar, fui em alguns especialistas e decidi que o dr. Arthur seria o melhor para mim. Demorei 1 ano para conseguir fazer meu transplante porque não tinha todo o dinheiro necessário, mas foi a melhor decisão que tomei na minha vida.

  12. Geraldo says:

    Aos 31 anos fiz uma cirurgia no método em que se retirava uma faixa da parte de tras e a girava inteiramente para a frente (de onde se retirou uma faixa de igual largura desperdiçando-se os cabelos dessa parte). O rsultado é que DESDE ENTÃO sofro muito com a estética, falta de naturalidade, a ddificuldade em molhar os cabeça em público, vento, cabeleireiro, etc). Enfim, a cada é um trauma de se viver. GOSTARIA DE SABER O QUE SERIA POSSÍVEL para amenizar um essa situação. Obrigado.

    • Olá Geraldo, obrigado pelo contato!

      Podemos realizar uma correção estética do seu transplante mas precisamos avaliar o seu caso para saber o que realmente será preciso: se existem ‘tufos’a serem retirados e se há possibilidade de restaurar possíveis cicatrizes aparentes. O dr. Arthur já realizou muitas correções desse tipo, inclusive apresentou uma aula no congresso sobre naturalidade na hairline (linha frontal do cabelo). Se quiser saber mais sobre, é só clicar neste link: http://www.hairrestorationnetwork.com/TykocinskimedicalGroup/albums/4875

  13. Geraldo says:

    So complementado a mensagem anterior, já faz 33 anos que fiz a cirurgia do comentario acima.
    Geraldo
    Obrigado

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