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Transplante Folicular Coronal e Implante de Cabelo

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A Restauração Capilar talvez seja, isoladamente, uma das maiores decisões para a melhoria estética, pois a perda capilar interfere diretamente no delicado equilíbrio facial. Sem esta "moldura capilar" os olhos deixam de ser o foco facial e o olhar do interlocutor fica disperso, vagando entre a face e as áreas calvas. Restaurando o cabelo recuperamos a harmonia facial, produzindo uma melhoria estética e um rejuvenescimento.

A RESTAURAÇÃO CAPILAR HOJE

Nos últimos anos a Restauração Capilar atingiu um nível de eficiência sem precedentes, graças à Técnica Folicular Coronal. Esta técnica reproduz de maneira fiel a anatomia do couro cabeludo, pois utiliza exclusivamente unidades foliculares nativas, reproduzindo assim o cabelo original. Além disso, hoje realizamos Giga Sessões, onde são implantadas até 5.000 unidades foliculares, ou seja, mais de 10.000 fios de cabelo. Tornou-se possível cobrir toda a área calva numa única sessão e obter um cabelo que, além de volumoso e denso, cresce normalmente.

Tykocinski é reconhecido internacionalmente pelo pioneirismo e aperfeiçoamento das técnicas no Transplante Folicular (1996), na Técnica Folicular Coronal (2003) e pelas Giga Sessões (2007), como pela qualidade dos resultados obtidos em pacientes do mundo inteiro. Conta com mais de 50 palestras internacionais, sendo que realizou cinco "Live Surgeries" pela ISHRS e a inédita Presidência do Congresso Internacional de Restauração Capilar da ISHRS, em Montreal (2008). É recomendado pelos maiores portais da área como, www.hairtransplantnetwork.com , www.iahrs.com e também pela American Hair Loss Association.

O TRANSPLANTE FOLICULAR CORONAL - GIGA SESSIONS

Num verdadeiro Transplante Folicular, devem ser utilizadas somente Unidades Foliculares (UF), ou seja, aqueles grupos capilares contendo de 1 a 4 fios de cabelo que ocorrem naturalmente. Mas apenas isso não basta. Além disso devem ser reproduzidas todas as sutís variações do cabelo, de acordo com cada área: direção e angulação dos fios - que mudam da frente para os lados; variações de densidade e volume - mais suave na frente e mais denso no topete; e padrão natural da distribuição folicular - embora o cabelo original tenha uma distribuição aleatória (média de 2.15 fios por UF), ela varia de acordo com o local: apenas UF com 1 fio na linha capilar anterior (hairline); UF com 2 fios nas regiões laterais (parietais) e entradas (temporais); e UF com 3 e 4 fios na região do topete (frontal-central). Essa variação cria densidades distintas e faz com que o "topete" seja a área mais volumosa e a linha anterior seja a área mais suave. Preservando essas características do cabelo normal o resultado só pode ser um: naturalidade.

No Transplante Folicular Coronal, avanços tecnológicos permitiram reduzir o tamanho dos orifícios de 1.5mm para 0.7mm. Isso permitiu dobrar a densidade do cabelo implantado, que passou de 20 UF/cm2 para 40 UF/cm2, restaurando a area calva numa única sessão (contra duas da técnica folicular clássica), definindo um novo padrão de volume e naturalidade nunca antes vistos. Embora o cabelo natural do homem tenha uma densidade de 70 UF/cm2, não é necessário reproduzir exatamente esta densidade: restaurando-se 40 UF/cm2 (50-60% da densidade natural) obtem-se uma densidade cosmética do cabelo**. Quer dizer, suficiente para que o cabelo pareça volumoso e não calvo, embora menos denso que o original. Na técnica coronal, os cabelos transplantados seguem orientação horizontal de crescimento (igual ao normal), reproduzindo os ângulos do cabelo nativo, até mesmo os mais "deitados".

Giga sessões 

Como a densidade das unidades foliculares implatadas dobrou, tornou-se também necessário dobrar o número total das Unidades Foliculares a fim de cobrir a mesma área. Assim, enquanto numa típica sessão de transplante folicular clássico são colocadas de 1.500 a 2.000 UF (3.000 a 4.000 fios), nas Giga sessões de alta densidade são colocadas de 4.000 a 6.000 UF, 8.000 a 12.000 fios, tornando possível restaurar grandes calvícies (até 120 cm2) numa única sessão. Note que a necessidade total de UFs não mudou, apenas reduz-se o número de sessões, geralmente apenas uma.

Grande equipe

Não existe mágica: qualidade e quantidade levam tempo (6 a 10 horas) e requer uma Grande e qualificada equipe (12 profissionais). As unidades foliculares são cuidadosamente preparadas e classificadas com microscópios 3-D e conservadas a 4°C em solução enriquecida, similar ao plasma. Depois são delicadamente implantadas na área calva com a mundialmente reconhecida técnica Stick & Place do Tykocinski Restauração Capilar.

A ARTE NA RESTAURAÇÃO CAPILAR

A Restauração Capilar é um dos procedimentos estéticos mais efetivos para reequilibrar a delicada harmonia facial. Sem esta "moldura capilar" a pessoa deixa de ter nos olhos o centro da atenção de quem olha sua face. Em vez disso, o olhar do interlocutor fica disperso, vagando entre a face e a área calva.

Para restaurar a harmonia, deve haver arte e técnica, nesta ordem. Por mais que a técnica avance, a arte é fundamental. Visualizamos a restauração capilar dentro de um conceito mais amplo, como uma restauração facial. Restauramos assim, não apenas o cabelo: reequilibramos a face como um todo em todas suas dimensões, inclusive o cabelo da região lateral da testa (temporal). A forma da nova linha capilar deve ser de acordo com o formato facial e suas imperfeicões, buscando assim, rejuvenecimento e harmonização, que aos nossos olhos surge na forma de beleza.

O TRANSPLANTE FOLICULAR CORONAL

A restauração capilar é um novo conceito, capaz de superar as expectativas. Já é realmente possível obter, por meio de técnicas cirúrgicas atuais, um aspecto de cabelo natural. Mas como isso é possível? Na última década, avanços técnicos motivaram os mais destacados médicos na área a ultrapassar os limites do "que seria possível obter hoje", tornando os bons resultados alcançados no passado um tanto quanto modestos. Mais e mais clínicas ao redor do mundo decidiram abrir mão de uma técnica rentável, por ser mais simples e econômica, pela busca de resultados surpreendentes.

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Essa reviravolta aconteceu entre os anos de 1996 e 98, quando os especialistas passaram a trabalhar com Unidades Foliculares – conjunto de 1 a 4 folículos, como são encontrados no couro cabeludo: as unidades de 1 só folículo, ou 1 pêlo só, ficam mais próximas à testa; as que concentram mais pêlos normalmente estão na parte de trás da cabeça. Mas ainda restava um desafio: a densidade. Era necessário realizar aos menos dois transplantes foliculares para atingir a quantidade ideal de fios no couro cabeludo. Novamente esforços individuais permitiram quebrar essa barreira: ao reduzir o tamanho dos orifícios em 60%, tornou-se possível implantar densidades maiores que 50 UF/cm2 (unidades foliculares por cm2) e com isso obter a desejada "densidade cosmética".

Resolvida a questão da densidade, criou-se uma nova expectativa: é possível cobrir áreas mais extensas em um único transplante? Novamente com muito esforço e dedicação, especialistas desenvolveram as Super Megassessões com alta densidade, que tornaram possível cobrir calvícies maiores (até 80 cm2) em uma única sessão.

Após 50 anos de história, a restauração capilar finalmente consegue satisfazer até os mais perfeccionistas. Não é de estranhar que no caso do Transplante Folicular Coronal o grau de satisfação dos pacientes pode até mesmo ser superado.

GRAUS DE CALVÍCIE

A alopécia androgênica masculina pode necessitar apenas tratamento clínico, cirúrgico ou ambos. Depende do grau da calvície. Em geral, a calvície se inicia pelas entradas, com um afinamento dos fios de cabelo e por fim com a queda progressiva destes e a substituição por fios cada vez mais finos até chegar a uma fina penugem (Norwood graus II) . As laterais da cabeça na região das entradas também são freqüentemente atingidas. Depois, as "entradas" tendem a se fundir logo atrás do "topete", deixando uma "ilha" de cabelo (Norwood graus III, IV e V). Com o avanço das entradas, uma rarefação e afinamento na coroa começam a ser percebidos e por fim, ocorre uma fusão das entradas com a coroa (Norwood IV a VII). Alguns pacientes apresentam uma calvície que se inicia pela "coroa" (Norwood III vértex) e somente depois atinge as entradas. Outros, ao invés das clássicas "entradas", apresentam um recuo total uniforme da linha anterior do cabelo, e "aumentando" a testa progressivamente (Norwood IIa, IIIa, IVa e Va). Somente depois atinge a coroa. Outros podem apresentar uma calvície de início mais difuso, atingindo o topo da cabeça e poupando a linha da frente, como geralmente ocorre na calvície feminina (classificação de Ludwig, I a III).

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Tabela Norwood de grau de calvície.

O TRANSPLANTE FOLICULAR CORONAL

Desde o princípio, o transplante de cabelo era realizado com orientação Sagital. Em 2003 foi publicada na capa do Hair Transplant Forum International* a comparação da clássica técnica Sagital com a revolucionária técnica Coronal. Faço aqui um resumo:

Direção do cabelo

O cabelo é formado por unidades foliculares (UFs) naturalmente orientadas de forma coronal, ou seja, de orelha a orelha, horizontalmente; e não verticalmente na direção "antero-posterior" (da testa em direção à nuca), sagital.

Cobertura

No modo Coronal, o cabelo funciona como um "telhado de sapê" onde cada UF cresce cobrindo a de baixo, bloqueando a visão do couro cabeludo. Além de seguir a orientação natural dos fios, ainda maximizamos a cobertura proporcionada pelo transplante folicular, valorizando o volume de cabelo e criando a ilusão de maior densidade.

Angulação

A técnica Coronal nos permite ainda colocar as UFs em ângulos mais agudos, ou seja, deixando o cabelo ainda mais "deitado", com ângulos de 10º a 40º, como o cabelo natural. Um cabelo normal apresenta uma grande variação de ângulos, sendo mais agudos (deitados) nas laterais (região temporal). Seguir essa incrível variação de ângulos não é apenas trabalhoso, mas necessário! De nada adianta utilizar unidades foliculares e implantá-las de forma inadequada, pois pode resultar num aspecto artificial e difícil de pentear.

ALTA DENSIDADE

Entenda por que só o Transplante Folicular Coronal é capaz de restabelecer um volume ideal de cabelos criando uma densidade cosmética.

O objetivo de um transplante de cabelo é restaurar o volume natural do cabelo. O volume final não depende apenas do número total de fios transplantados. De acordo com o tamanho da área calva e o número de UFs transplantadas, resulta em densidades maiores ou menores. Portanto, não apenas tamanho do transplante e a técnica utilizada, mas também a densidade de fios da área doadora, bem como sua elasticidade, influenciam a densidade final.

Antes, eram necessárias várias sessões de transplante de cabelo para obter um aspecto denso. O padrão clássico do antigo Transplante Mini-micrografting (Fio-a-fio) exigia três sessões por região tratada, no caso do local ser inteiramente calvo. Ainda assim, poderia ocorrer aquele indesejado aspecto de "tufos", que é particular dessa técnica. Com o desenvolvimento do Transplante Folicular Coronal, passou a ser possível resolver o problema da calvície geralmente em apenas uma sessão por região calva e com aspecto absolutamente natural. Calvícies mais extensas podem necessitar sessões adicionais.

A explicação é matemática: um cabelo normal contém de 70 a 100 UF/cm2. Mas, surpreendentemente, com pouco mais da metade dessa densidade já é possível criar a ilusão de um cabelo cheio. Outro ponto a ser considerado é o calibre do cabelo: quanto mais grosso, uma menor densidade será necessária para criar o volume desejado. Já o cabelo fino torna necessária uma maior quantidade de UFs, visto que o volume criado por cada fio é menor. O volume é razão do comprimento do fio X área da secção transversal do fio (pR2). Sendo assim, ao duplicarmos o calibre do fio, quadruplicamos seu volume. O que mostra a tremenda influência do calibre do fio. Mas, em média, podemos dizer que 40-50 UF/cm2 conseguem criar a desejada ilusão de um cabelo cheio. No caso dos cabelos finos, densidades maiores (60 UF/cm2) serão necessárias. Essa ilusão de volume é o que chamamos de densidade cosmética, diferente da densidade real natural (o cabelo original).

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No Transplante Folicular Sagital (técnica clássica) é possível criar apenas uma densidade de 20-25 UF/cm2, o que significa que precisaremos de duas sessões para chegar ao volume desejado. Se o local do transplante for apenas parcialmente calvo, uma sessão pode ser suficiente, desde que esse cabelo original permaneça.

No caso do Transplante Folicular Coronal, pelo fato de a implantação ser feita em orifícios muito menores e mais superficiais (0.55-0.70mm) é possível atingir uma maior densidade de UF por cm2 sem comprometer a circulação sanguínea. Resultado: um aspecto mais denso com um único transplante folicular coronal. Traduzindo em números: já é possível atingir densidades de 40-60 UF/cm2 por sessão, o que na maioria dos casos consegue obter um volume e densidade de cabelo suficientes numa única sessão de alta densidade.

Área X Densidade

Se a lógica é obter uma alta densidade por sessão, de nada adianta espalhar o cabelo por toda região calva, querendo cobrir tudo de uma vez, pois o resultado será um transplante com baixa densidade, transparente, com conseqüente frustração do paciente. Se realmente quisermos uma alta densidade, devemos concentrar o cabelo numa região específica. Como temos em geral algo entre 2.000 e 2.500 UFs por transplante, é possível cobrir entre 50 e 60 cm2 por sessão. A vantagem de trabalhar apenas uma sessão por região é a de estarmos sempre numa área virgem, com vascularização intacta. Também não há necessidade de esperar o cabelo crescer para voltar a trabalhar nesse local. Sendo assim, o intervalo entre as sessões, no caso de calvícies maiores, poderá ser abreviado para 6 - 9 meses.

SUPER MEGA SESSÃO DE TRANSPLANTE FOLICULAR CORONAL

Quando a área de calvície for maior que 60 cm2, transplantes maiores serão necessários. Aqueles que desejam restaurar uma grande área calva numa única sessão poderão realizar um Super Mega Transplante. O número de unidades foliculares transplantadas ultrapassa muito as 2.300 usuais. Varia de 2.800 a 4.000, em média 3.200. Essas sessões maiores permitem cobrir áreas de até 90 cm2, um grande avanço. É sempre bom lembrar que esse número depende muito da elasticidade e da densidade da área doadora de cada um.

TÉCNICA BÁSICA DE UM TRANSPLANTE

Área doadora e área receptora

Nenhum transplante de cabelo produz mais fios de cabelo, apenas os redistribui. Sendo assim, poderemos apenas restaurar completamente o cabelo de alguém com calvície que atinja apenas 40% do total. Comprometimentos maiores podem talvez permitir apenas restaurações parciais. Como é feito: os fios são retirados de uma área menos propensa à calvície, a região occipital, chamada de área doadora. Depois de preparados pela equipe médica, são implantados na área calva, chamada de área receptora. Esses novos fios crescerão normalmente, podendo ser cortados, alisados e tonalizados como um cabelo normal. Não haverá evolução para a calvície, pois esses fios são geneticamente protegidos. Para você entender melhor, uma analogia: o problema não é a "terra" que é ruim, mas sim a "semente" que era fraca. Uma "semente" boa numa "terra" boa crescerá normalmente.

A retirada dos fios

O cabelo é retirado da área doadora (região posterior da cabeça, occipital) de forma simples e rápida. Retira-se uma fina faixa do couro cabeludo. As bordas são aproximadas lado a lado e suturadas em dois planos, sendo um profundo e outro superficial, bem delicado, de forma a deixar apenas um traço imperceptível. A grande importância da sutura profunda é reter a tensão, impedindo que a sutura alargue após serem retirados os pontos. Estes pontos internos serão reabsorvidos após 6 semanas. O resultado usual é uma linha cicatricial de 1mm de largura, imperceptível pois fica encoberta pelo cabelo, mesmo curto (máquina 3). Mesmo ainda com os pontos o cabelo cobre o local, deixando geralmente inaparente.

Preparo dos enxertos foliculares

Uma das etapas mais trabalhosas, delicadas e importantes do transplante capilar é o preparo dos enxertos foliculares, ou seja, a divisão e separação das unidades foliculares contendo 1, 2, 3 ou 4 fios de cabelo cada. Como são muito pequenas e delicadas, a tarefa exige microscópios especiais com visão 3-D. Oito assistentes munidos desses microscópios com sistema back light, separam, lapidam e classificam cada unidade folicular. Depois de preparados, os enxertos foliculares são cuidadosamente conservados em solução nutritiva a 4°C. Para produzir 3.000 enxertos foliculares, oito assistentes levam de 4 a 6 horas.

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01 - Primeiramente, são retiradas Unidades Foliculares (UFs) da área doadora;
02 - São utilizados microscópios especiais com visão 3-D para manusear as UFs;
03 - As UFs retiradas são cuidadosamente separadas;
04 - Agora, as UFs estão classificadas em conjuntos de 1 a 4 fios;
05 - Os enxertos foliculares são armazenados em solução nutritiva a 4° C;
06 - No transplante, é utilizado uma pinça delicadíssima com fino pó de diamante na ponta.

Colocação das unidades foliculares

Assim que os assistentes separam as primeiras unidades foliculares, é iniciada a implantação. Enquanto o paciente, sob efeito apenas de anestesia local, cochila ou relaxa ao som de música suave, o Dr. Arthur juntamente com um assistente, colocam as unidades foliculares uma a uma. É um processo delicado, artesanal e trabalhoso, que pode levar no total até 8 horas. Para tanto, são realizadas micro incisões de 0,55 a 0,70mm, e uma delicadíssima pinça com fino pó de diamante na ponta, que não danifica as unidades foliculares. Manter as características naturais de um cabelo, como o caimento, por exemplo, é fundamental nessa etapa do processo.

Características dos fios

A lógica do Transplante Folicular Coronal é seguir exatamente as características naturais do cabelo – como o ângulo e direção de crescimento dos fios – e também manter as variações normais de densidade e volume entre diferentes regiões. O aspecto do cabelo transplantado é quase o mesmo do cabelo normal. Pode ser um pouco mais grosso, pois ao contrário do que ocorreu na região calva (área receptora) ele não afinou em conseqüência da ação hormonal. Mas o ponto chave do transplante folicular coronal é manter a distribuição natural dos fios. Quer dizer: nas linhas mais próximas à testa, as unidades foliculares devem conter apenas 1 fio. Seguem-se os de 2 fios e, apenas em determinadas áreas implantam-se grupos de 3 e 4 fios.

Duração do Transplante Folicular Coronal, equipe e anestesia

A duração completa do transplante folicular coronal pode variar de 5 a 8 horas, de acordo com o caso. Mas sempre é realizado com anestesia local, mais uma leve sedação, quando realizado em ambiente hospitalar. Quer dizer que, na maior parte do tempo, o paciente fica apenas cochilando. Devido à complexidade da técnica, é necessária uma equipe com 10 integrantes, entre o Dr. Arthur e seus assistentes. Mesmo sendo uma cirurgia que pode ser considerada simples, primamos pela segurança: é realizado em local que dispõe de todas as medidas necessárias, onde o paciente é mantido sob total controle de todos seus dados vitais. Geralmente, os procedimentos são realizados na própria clínica ou no Hospital Albert Einstein em São Paulo (SP).

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Logo após (sem curativo e lavagem no dia seguinte)

Pela delicadeza da técnica, em alguns minutos as unidades foliculares já estarão fixadas, embora de maneira ainda tênue, mas o suficiente para dispensar aquelas incômodas e constrangedoras bandagens (ou turbantes). Nenhum tipo de curativo é utilizado. Logo no dia seguinte, de volta à clínica, o cabelo do paciente é lavado e secado por nossa equipe. Recebe ainda uma sessão de drenagem linfática facial. Todo o procedimento em casa é repassado para que não hajam dúvidas. Resumidamente os cabelos devem ser lavados em casa diariamente, com um pincel de cerdas macias por nós fornecido e um shampoo anti-séptico que orientamos. Após a retirada de pontos novos shampoos serão prescritos.

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